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Como identificar ativos que tenham propriedades de reserva de valor

Por Bruno Garcia

Ao longo dos anos, atribuíram ao ouro a função de reserva de valor, por ser um ativo escasso que não tem oferta crescente e pela dificuldade de mineração. No passado, o ouro era usado como lastro para moedas fiduciárias, essa fase ficou conhecida como padrão ouro. O valor da moeda de cada país era fixado pela quantidade de ouro que ele detinha, o primeiro a adotar esse sistema foi o Reino Unido, logo após diversos países da Europa também implantaram o padrão ouro que mais tarde foi difundido no Canadá e Estados Unidos.

Esse padrão teve grande importância por estimular o comércio internacional e crescimento econômico, assim como conseguia manter a estabilidade dos preços e controlar a inflação sem a necessidade de intervenções, porém outro problema veio à tona, a expansão monetária se limitava à quantidade de ouro que existia nos países, ao passo que a oferta de ouro não aumentava na velocidade que se esperava devido à dificuldade de mineração. Como esse problema não tinha solução, o padrão ouro foi extinto e o lastro com a moeda fiduciária foi rompido deixando os governos livres para criarem diferentes políticas monetárias.

O ouro sempre foi visto como o porto seguro dos investimentos, em épocas de crise os investidores buscam liquidez neste ativo para se proteger de eventuais desvalorizações de seu patrimônio, sempre que há alguma incerteza no cenário econômico, a demanda aumenta.

Tendo como base a ideia de escassez, levamos essa mesma linha de raciocínio para o mundo cripto e podemos traçar um comparativo com o Bitcoin para entender melhor os motivos que são levantados por diversos investidores colocando o Bitcoin também como reserva de valor.

Um dos fatores principais para enxergar um ativo como reserva de valor é a sua escassez e sua resiliência frente a inflação, o Bitcoin foi programado para emitir de forma controlada no máximo 21 milhões de unidades até o ano de 2140. Para validar as transações e minerar novos blocos, os mineradores ao redor do mundo todo oferecem poder computacional para a rede em troca de receber recompensas pela mineração, esse modelo é chamado proof of work (prova de trabalho)

Atualmente já foram minerados 90% do total de supply existente na rede, outro fator que aumenta a escassez é a perda dos ativos ao longo do tempo por pessoas que esqueceram suas chaves privadas ou até mesmo que enviaram seus fundos para endereços errados e que nunca mais tiveram acesso, estima-se que aproximadamente 3,7 milhões de bitcoins foram perdidos, isso representa aproximadamente 18% da oferta total. É possível fazer essa análise observando o índice de atividade dos endereços, todos os dados da blockchain são públicos e qualquer pessoa pode consultar.

Outra variável importante é que o Bitcoin não tem um criador conhecido, não se sabe se foi uma ou um grupo de pessoas que usou o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, as únicas informações que temos é que ele escreveu o whitepaper e minerou o primeiro bloco em 1 de janeiro de 2019. A rede funciona totalmente descentralizada com mineradores ao redor do mundo, sendo praticamente impossível algum tipo de ataque vindo dos governos contra o Bitcoin, visto que teriam que conseguir parar todos os computadores ao redor do mundo e caso desejassem condenar algum responsável pela idealização do projeto não seria possível.

Diversos investidores acreditam que no futuro, o Bitcoin substituirá o ouro como reserva de valor global, como não sabemos qual rumo vamos seguir no futuro, a Uniera já possui uma solução que pode ser encontrada em nosso portfólio através de um token chamado Store of Value (SOV) que foi desenvolvido para investidores que querem ter exposição a valorização do Bitcoin, porém não abrem mão da proteção patrimonial que o ouro sempre ofereceu ao longo da história. Esse token é composto em 50% bitcoin e 50% ouro (representado pela criptomoeda PAXG que é totalmente lastreada em ouro físico)

O SOV preenche uma lacuna que por tempos seguiu aberta no campo dos investimentos, é uma alocação estratégica para investidores que desejam ter uma proteção contra a inflação produzida por moedas fiduciárias aliando dois ativos com propriedades de escassez e valorização ao longo dos anos.

O token SOV tem supply de 1 bilhão de unidades, possui liquidez instantânea e é possível negociar a qualquer hora do dia e em todos os dias da semana, sua custódia é feita diretamente pela Uniera e o investimento mínimo é de R$ 100,00. Para ter acesso a essa oportunidade é necessário abrir uma conta e após aprovada, poderá investir em tempo real através de nossa plataforma.

Para mais informações sobre o SOV acesse os links abaixo:

SOV TOKEN – UNIERA

SOV WHITEPAPER – UNIERA

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