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Metaverso: Uma economia nascendo no ambiente digital

Saiba como o metaverso pode impactar o mundo real

metaverso

Dentro do universo digital que todos conhecemos, está nascendo uma nova economia. Ao longo dos últimos meses, o tema metaverso ganhou o mainstream. Após a declaração do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg dizendo que ia trocar o nome de sua empresa para Meta, em razão dos novos objetivos traçados por ele, pensando no futuro de sua empresa.

Mas o que é o metaverso?

É uma espécie de mundo virtual que idealiza replicar diversas situações do mundo real, o usuário consegue experienciar uma verdadeira imersão dentro de uma realidade virtual por meio de um conjunto de tecnologias.

Os usuários já conseguem digitalizar itens do mundo real e usar no metaverso, também é possível criar seu próprio avatar, através de scanners e ter seus detalhes físicos, dentro dessa realidade virtual. O usuário pode adquirir óculos de realidade aumentada e experienciar diversas funcionalidades.

Empresas dos mais variados segmentos já estão presentes dentro do metaverso. Bancos, lojas de roupas e bancos. Como dissemos no início, é um novo modelo de economia que está nascendo, diversos investidores enxergaram como uma oportunidade de levar suas marcas ao público que está presente dentro dessas plataformas.

Há tempos, diversas plataformas descentralizadas já trabalhavam em projetos de metaverso, porém o boom só se intensificou após as declarações de Mark Zuckerberg. Por meio da blockchain, os projetos ligados a metaverso puderam criar diferentes maneiras de monetizar suas aplicações.

Dois dos principais projetos cripto ligados a metaverso são:

Sandbox e Decentraland

Os usuários dessas plataformas conseguem comprar e vender terrenos, alugar suas propriedades, comprar e vender diversos itens através de um marketplace da própria plataforma.

Para entender melhor como funciona essa monetização, é necessário entender o conceito de NFT (Non-Fungible Token).

Mas o que é NFT?

Traduzindo, significa token não-fungível, ou seja, não divisível. NFTs são itens criados no mundo virtual, desde um tênis, carro, terreno ou até mesmo uma foto. Tudo é registrado na blockchain e é de propriedade de quem registrou ou de quem comprou, isso torna um NFT único e exclusivo.

A internet como conhecemos no passado evoluiu com o passar dos anos, no primeiro estágio os usuários apenas interagiam com os conteúdos publicados, em um segundo momento, com a web 2.0, os usuários conseguiam fazer login a partir de suas redes sociais ou emails, deixando assim disponível seus dados, ou seja, o usuário se tornou um produto e diversas empresas aproveitaram para faturar muito dinheiro com essas informações.

Agora entramos na era da web 3.0, onde os usuários se conectam à sites e aplicações por meio de carteiras instaladas no computador ou celular, onde é possível negociar e armazenar bens virtuais.

Essa nova era da internet é marcada por três conceitos:

  • Descentralização – promove a independência de bancos e governos
  • Privacidade – evita a exposição de dados pessoais, rastreamento e publicidades direcionadas
  • Virtualização – fortalece universos digitais

Toda essa transformação que está ocorrendo com a internet, trará benefícios inimagináveis aos usuários, uma nova maneira de enxergar a economia digital está se tornando real. Muitos jogos estão sendo desenvolvidos com uma economia própria, são os chamados play to earn. Usuários que jogavam apenas por diversão, hoje conseguem monetizar suas interações com jogos e metaverso.

E como estão agindo investidores do mercado tradicional?

Recentemente, o banco americano JP Morgan, disse que o metaverso representa uma oportunidade de US$ 1 trilhão, não é à toa que foi o primeiro banco a marcar presença dentro do ambiente de realidade virtual.

Ao longo dos últimos meses, milhões de dólares foram investidos, personalidades conhecidas no mundo inteiro já marcam presença no metaverso. Alguns cantores e Djs já estão realizando eventos no mundo virtual, Ariana Grande é um exemplo.

Usuários que compraram imóveis, construíram outdoors e agora alugam esses espaços para anunciantes. Já existem cassinos em diversas plataformas de metaverso e muitos jogadores já frequentam esse ambiente, já que diversos países possuem legislação contra jogos desse tipo. Artistas virtuais iniciaram a comercialização de suas obras de arte registradas como NFTs.

Vale ressaltar que a grande maioria das aplicações descentralizadas de metaverso rodam na blockchain do Ethereum, é a rede mais robusta de contratos inteligentes, o que fornece mais confiança e segurança para os usuários.  

Conclusão

Com a chegada da web 3.0, foi criado um modelo de economia mais participativa e menos centralizada. Usuários podem ter propriedade sobre artes digitais, itens adquiridos dentro do metaverso e seus avatares, algo que era impensável até pouco tempo atrás.

Com o passar do tempo, mais aplicações estão sendo desenvolvidas e mais espaço a economia virtual está ganhando. Diversos investidores tradicionais que antes falavam mal do metaverso, hoje se renderam e passaram a investir em ativos ligados ao mundo virtual.

Para investidores que buscam exposição ao metaverso, já é possível através do Unitok clique aqui e saiba mais.

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