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O que são finanças descentralizadas?

Para explicar o que são finanças descentralizadas é necessário entender como funciona o sistema financeiro tradicional já conhecido há décadas. Caso você precise de um empréstimo, são necessários 3 envolvidos para que o negócio se concretize. O primeiro envolvido é o fornecedor de liquidez, no caso um cliente que empreste dinheiro para o banco com uma taxa de juros predefinida para aquela categoria de financiamento. O segundo envolvido deve ser um intermediário para todo o sistema funcionar, no caso é o banco que faz a custódia dos fundos assegurando o recebimento para o cliente que emprestou o dinheiro e o último envolvido é o cliente que deseja tomar um empréstimo.

Este modelo funciona assim há muito tempo, quem fica com a maior parte dos lucros dessa operação é o banco, que paga um valor baixo para quem empresta o dinheiro e cobra uma taxa alta para quem solicita o empréstimo. Com o desenvolvimento do mercado cripto, muitos projetos foram criados pensando em resolver este problema e oferecer uma solução buscando eliminar o intermediário dessa equação, sem que haja perda de segurança para ambas as partes envolvidas.

Assim nasceu o conceito de finanças descentralizadas (DEFI), por meio de aplicações descentralizadas desenvolvidas em blockchain já é possível que os dois envolvidos, o tomador e o financiador possam negociar com segurança através de contratos inteligentes totalmente automatizados. Por ser um ambiente totalmente descentralizado, funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana o que já é um tremendo diferencial.

O credor trava seus ativos dentro do protocolo para ser um fornecedor de liquidez e receber juros sobre o capital emprestado, o usuário que deseja tomar um empréstimo deve colocar como garantia o criptoativo solicitado pelo protocolo, caso não cumpra com as condições parametrizadas, o tomador pode ter sua garantia executada para cumprir as regras estabelecidas no contrato.

Outra forma do tomador ter seu ativo executado como garantia seria no caso de ocorrer uma grande oscilação no preço e o ativo se desvalorizar muito e precisar ser executado por expor a operação ao risco de não ser honrada, neste caso o protocolo executa a venda do ativo sem avisar nenhuma das partes, já que foi combinado previamente nas condições do contrato inteligente.

Você pode se perguntar, qual o motivo de alguém pedir empréstimo ao invés de vender seu ativo e ter o valor em sua conta corrente sem a necessidade de realizar essa operação financeira, a resposta é que muitas pessoas não querem se desfazer de seus ativos porque acreditam nos fundamentos e na valorização de longo prazo. Dessa forma o tomador continua com a posse do ativo desde que honre o pagamento do empréstimo, caso haja valorização, ele poderá aproveitar esse upside pois optou por não vender e sim usá-lo como garantia para conseguir liquidez.

A outra parte envolvida na operação é o credor que fornecerá liquidez para o protocolo, muitas das vezes são holders que não desejam vender seus ativos no curto e médio prazo. Com isso eles conseguem rentabilizar recebendo taxas e juros gerados por transações dentro do protocolo. O que é necessário para conseguir de fato entrar no universo DEFI?

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